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Mercado eleva projeções positivas para a economia do Brasil em 2026, revela levantamento

O mercado financeiro elevou significativamente suas projeções para a economia brasileira em 2026, indicando um cenário de maior otimismo. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (13/02/2026) no Prisma Fiscal, levantamento mensal da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda (MF).

De acordo com o relatório, as expectativas melhoraram para uma série de indicadores-chave, incluindo o Produto Interno Bruto (PIB) nominal, inflação, resultado primário, arrecadação das receitas federais, receita líquida e nominal, e a dívida bruta do Governo Geral (DBGG).

Para o ano de 2026, o mercado agora estima uma inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 4,02%, uma queda em relação aos 4,17% projetados em janeiro. O resultado primário do Governo Central também apresenta um cenário mais favorável, com a previsão de déficit passando de R$ 72,400 bilhões para R$ 68,206 bilhões. O PIB nominal, que soma todas as riquezas do país em valores atuais, foi revisado para R$ 13,489 trilhões, contra R$ 13,447 trilhões da estimativa anterior.

A trajetória da Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) em relação ao PIB também demonstrou melhora, com projeção de 83,48% ao final de 2026, ante 83,70% previsto em janeiro.

As projeções de curto prazo para fevereiro também mostram um panorama positivo. A inflação para o mês, medida pelo INPC, é esperada em 0,50%, abaixo dos 0,55% anteriores. A taxa de desemprego, calculada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, é esperada em 5,90% para fevereiro, uma leve melhora em relação aos 5,95% do levantamento passado. Houve ainda melhoras nas estimativas para arrecadação e resultado primário no curto prazo.

O Prisma Fiscal, que consolida as expectativas de diversos agentes de mercado, fornece um termômetro importante sobre a percepção econômica do país para os próximos anos. A íntegra do relatório está disponível para consulta no portal do Ministério da Fazenda.

*Com informações do Ministério da Fazenda*